Comecemos por uma simples experiência, com base em três listas de dez
palavras cada.
LISTA A LISTA B LISTA C
Aquela supermercado árvore
Criança compras peão
Que batatas casa
Brincava fruta balde
Com legumes carro
Uma queijo meia
Bola leite caneta
Estava pão giz
Muito dinheiro cimento
Feliz caixa lobo
Leia a lista A, uma vez. Agora, sem olhar a lista, escreva, por ordem, todas as
palavras, numa folha de papel.
Em seguida, proceda do mesmo modo com a lista B e a lista C.
Compare os resultados.
Afinal, o que aconteceu?
palavras cada.
LISTA A LISTA B LISTA C
Aquela supermercado árvore
Criança compras peão
Que batatas casa
Brincava fruta balde
Com legumes carro
Uma queijo meia
Bola leite caneta
Estava pão giz
Muito dinheiro cimento
Feliz caixa lobo
Leia a lista A, uma vez. Agora, sem olhar a lista, escreva, por ordem, todas as
palavras, numa folha de papel.
Em seguida, proceda do mesmo modo com a lista B e a lista C.
Compare os resultados.
Afinal, o que aconteceu?
*É provável que se tenha lembrado de todas as palavras da lista A, pois
constituem uma frase completa, um todo organizado.
constituem uma frase completa, um todo organizado.
*Quanto à lista B, talvez tenha falhado alguma coisa. Trata-se de uma
lista de palavras soltas, embora seja possível estabelecer uma certa
ligação dessas palavras em torno da ideia-chave «supermercado» ou
«compras».
lista de palavras soltas, embora seja possível estabelecer uma certa
ligação dessas palavras em torno da ideia-chave «supermercado» ou
«compras».
*Quanto à lista C, naturalmente os resultados serão menos
satisfatórios, porque as palavras não têm, à primeira vista, qualquer
ligação entre si.
Esta experiência mostra que a capacidade de aprender e recordar aumenta
quando os assuntos são bem estruturados e fazem sentido. Memoriza-se melhor um
todo ordenado do que fragmentos isolados. É por isso que os autores dos manuais se
preocupam em arrumar bem a matéria, para que os estudantes a captem melhor.
A memória imediata e espontânea capta facilmente o que é simples e agradável.
A memória activa ou intencional obriga a pessoa a organizar e a arrumar as suas ideias,
no «ficheiro cerebral», de modo a poder conservá-las.
Construir uma casa não é amontoar tijolos. Do mesmo modo, aprender não é
amontoar ideias dispersas no cérebro, como se fosse um cofre qualquer. Aprender é
saber «arquivar» os conhecimentos com organização.
Organizar as ideias implica, entre outras, duas condições básicas:
satisfatórios, porque as palavras não têm, à primeira vista, qualquer
ligação entre si.
Esta experiência mostra que a capacidade de aprender e recordar aumenta
quando os assuntos são bem estruturados e fazem sentido. Memoriza-se melhor um
todo ordenado do que fragmentos isolados. É por isso que os autores dos manuais se
preocupam em arrumar bem a matéria, para que os estudantes a captem melhor.
A memória imediata e espontânea capta facilmente o que é simples e agradável.
A memória activa ou intencional obriga a pessoa a organizar e a arrumar as suas ideias,
no «ficheiro cerebral», de modo a poder conservá-las.
Construir uma casa não é amontoar tijolos. Do mesmo modo, aprender não é
amontoar ideias dispersas no cérebro, como se fosse um cofre qualquer. Aprender é
saber «arquivar» os conhecimentos com organização.
Organizar as ideias implica, entre outras, duas condições básicas:
*Descobrir e fixar a ideia-base, a regra ou o principio organizador
da matéria. O cérebro guarda melhor as informações arrumadas em
torno da ideia principal. De pouco vale o esforço, se não se capta o
essencial.
*Não perder de vista o todo. Quando a matéria é complexa ou emda matéria. O cérebro guarda melhor as informações arrumadas em
torno da ideia principal. De pouco vale o esforço, se não se capta o
essencial.
grandes quantidades, é aconselhável dividi-la em partes e captar uma
de cada vez. Porém, não se deve perder a ligação de cada parte com o
todo. Para tal, poder-se-á fazer uma rápida revisão da matéria já
aprendida, antes de partir para novas aprendizagens.
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